Pages

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Pitombeira - Talisia esculenta


A árvore de T. esculenta, popularmente conhecida como pitombeira, apresenta porte lenhoso, com altura entre 6 e 12 m e tronco entre 30 e 40 cm de diâmetro. A espécie é encontrada no interior da mata densa primária e também em formações secundárias, mas sempre em várzeas aluviais e fundos de vales (LORENZI, 2000). 


Seus frutos são quase globosos, granulados, apiculados e pouco pubescentes, pulverulentos, amarelados e com resíduos do cálice, geralmente monospérmicos. 

As sementes são alongadas, com testa avermelhada depois de retiradas dos frutos e escura quando seca, envolvida por arilo róseo-esbranquiçado, comestível, cotilédones espessos, quase iguais, superpostos (GUARIM NETO et al., 2003). 
A espécie tem grande interesse ecológico e econômico, sendo os frutos e produtos derivados muitos utilizados na culinária regional.

A polpa é utilizada in natura e na fabricação de compotas, geléias e doces em massa, cujo sabor assemelha-se ao do damasco (Prunus armeniaca L.).





Apesar de sua importância sócio-econômica, T. esculenta é pouco estudada, não havendo referências sobre a emergência das plântulas desta espécie. Há a necessidade de se obter informações básicas sobre a germinação, o cultivo e a potencialidade das espécies nativas, visando sua utilização para os mais diversos fins (ARAÚJO NETO et al., 2003; ALVES et al., 2004; SMIDERLE; SOUSA, 2003). 









 

Fonte:
VIEIRA, Fábio de Almeida
Deptº de Ciências Florestais, Universidade Federal de Lavras/UFLA, Lavras-MG, Brasil
GUSMÃO, Eduardo
Deptº de Biologia Vegetal, Universidade Federal de Viçosa/UFV, Viçosa-MG, Brasil






0 comentários:

Postar um comentário

Obrigado pela sua participação!

 

Blogger news

Nº de Visualizações

About