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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Lagarta ou Cobra?


De todas as lagartas incríveis que a natureza nos dá, talvez a mais fantástica de todas seja a lagarta-cobra. Uma lagarta que se disfarça de cobra para enganar os predadores. Existem várias espécies com essa interessante capacidade, que podem pertencer à família Sphingidae ou Papilionidae.
A cabeça dessas lagartas é muito pequena e logo acima dela, o corpo possui manchas se estendendo da cabeça para o tórax que parecem olhos de cobra, a imitação é tão perfeita que pode possuir até pontos brancos simulando o brilho dos olhos, quando a cabeça da lagarta é retraída, a cabeça de serpente fica ainda mais evidente. O formato da extremidade anterior do corpo ainda é mais expandida e semi-triangular, contribuindo mais ainda para a imitação.

Em algumas espécies ainda possuem uma estrutura chamada Osmetério, que é um órgão de defesa bifurcado que fica escondido acima da cabeça. Quando se sente ameaçada, a lagarta estende a estrutura que além de parecer com a língua de uma serpente, ainda possui uma substância aromática que afasta outros insetos e predadores.

Fonte: http://diariodebiologia.com/

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Três novas espécies de animais são descobertas na Austrália

Um lagarto com cauda em forma de folha, uma pequena lagartixa dourada e uma rã que habita labirintos são as três novas espécies descobertas por uma expedição científica em uma região isolada do noroeste da Austrália, informaram nesta segunda-feira fontes acadêmicas. Uma expedição conjunta da Universidade James Cook e da National Geographic em março passado no cabo de Melville levou à descoberta destes animais.

"A descoberta de três novas e, obviamente, diferentes espécies vertebradas pode ser surpreendente em lugares pobremente explorados como Nova Guiné, mas o é mais ainda na Austrália, um país que acreditamos que já foi explorado em profundidade", disse Conrad Hoskin, cientista da Universidade James Cook. 

A cadeia montanhosa do cabo Melville, no extremo nordeste do estado australiano de Queensland e que faz parte de um parque nacional, é formada por rochas gigantescas negras que têm o tamanho dos carros e casas modernas. Apesar de se conhecer a parte litorânea do cabo Melville, suas regiões montanhosas e suas florestas secas da parte alta ainda são desconhecidos pelos cientistas devido ao grande grau de dificuldade para se chegar a estes lugares.

"Estas condições geográficas mantiveram isoladas durante milhões de anos muitas espécies da parte alta do cabo Melville, o que lhes permitiu evoluir em outras espécies diferentes que são únicas neste habitat rochoso", acrescentou Hoskin. "A parte alta do cabo Melville é um mundo perdido. Achar estas novas espécies ali é a descoberta de uma vida e ainda estou maravilhado com isso", declarou o biólogo australiano.

Saltuarius eximius

O lagarto (Saltuarius eximius) possui da mesma forma que seus parentes uma aparência "primitiva"
Foto: EFE
O lagarto (Saltuarius eximius), de 20 centímetros de comprimento, possui da mesma forma que seus parentes uma aparência "primitiva", mas ao mesmo tempo "excepcional" ou "extraordinária", como indica seu nome científico. "No momento em que vi o lagarto soube que se tratava de uma nova espécie", disse Hoskin, ao descrever esta criatura de enormes olhos que se esconde nas rochas durante o dia e sai de noite para caçar insetos e aranhas.

O especialista em répteis e rãs do Museu de Queensland, Patrick Couper, sentenciou que o lagarto do cabo de Melville "é a espécie mais estranha" que viu em 26 anos de profissão.

Saproscinus saltus

A lagartixa de pele dourada (Saproscincus saltus), ao contrário do lagarto, é mais ativa durante o dia
Foto: EFE

A lagartixa de pele dourada (Saproscincus saltus), ao contrário do lagarto, é mais ativa durante o dia, enquanto a pequena rã (Cophixalus petrophilus) habita durante a temporada seca as profundezas dos labirintos formados entre as áreas rochosas do cabo Melville e no período de chuva vai para a superfície para se alimentar.

Cophixalus petrophilus

Rã põe seus ovos nas fendas úmidas das rochas
Foto: EFE
Esta rã põe seus ovos nas fendas úmidas das rochas que são resguardadas pelos machos da espécie até que os girinos se transformem em pequenas rãs.

Fonte: www.noticias.terra.com.br

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Morning Glory Pool - Linda piscina natural!

Morning Glory Pool é a piscina natural mais impressionante do mundo, e está localizada no Parque Nacional de Yellowstone, em Wyoming, Estados Unidos uma região repleta de geysers. A cor no núcleo da piscina natural ocorre devido a ação de algas fotossintéticas e bactérias termófilas que suportam temperaturas entre 64° e 107° vindas do fundo. O resultado é um impressionante espetáculo em tons de azul bem no meio e as margens oscilam entre amarelo e laranja vivos.
A beleza da piscina termal atrai milhares de pessoas todos os anos e por causa disso, infelizmente ao longo das décadas esta obra da natureza  vem sofrendo sérios danos e perdendo gradativamente a cor. Hoje, o centro da piscina apresenta uma coloração verde (e não azul como era). Isso por que, na esperança de ter sorte na vida e abrir seus caminhos as pessoas têm jogado moedas dentro da piscina. São tantas moedas que os especialistas acham que elas estão obstruindo a saída de calor que aquece a piscina e sua água está esfriando gradativamente. Ao mesmo tempo as substâncias químicas presentes nas moedas com o tempo vão se desprendendo e alterando a coloração. Resta-nos torcer para que os administradores do lugar façam uma rigorosa vigilância a fim de proteger a piscina dos vândalos. Em minha opinião ela deveria ser fechada para visitação e ponto final!







Fonte: www.diariodebiologia.com

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Planta produz batatas e tomates ao mesmo tempo!

Uma empresa da Grã-Bretanha desenvolveu uma planta capaz de produzir simultaneamente tomates e batatas. O vegetal híbrido foi batizado de TomTato uma combinação das palavras "tomato" e "potato" (tomate e batata, respectivamente, em inglês).

A companhia responsável pelo produto, chamada Thompson and Morgan, afirmou que as plantas híbridas não foram geneticamente modificadas. Plantas híbridas não são exatamente uma novidade, mas a empresa disse que é a primeira vez que elas foram produzidas em escala comercial.

Guy Barter, da Sociedade Real de Horticultura, explica que já foram criadas muitas dessas plantas a partir de uma técnica conhecida como enxertia, mas que o sabor dos seus frutos sempre foi um problema.

"No passado, nunca botamos fé nessas plantas - não eram muito boas -, mas a enxertia vem funcionando a trancos e barrancos nos últimos anos", disse ele.

"Mas, a Thompson and Morgan é uma companhia de reputação e tem muito a perder; não descartaria que (a planta híbrida) possa ser valiosa para eles. Muitas pessoas não têm muito espaço em seus jardins, e imagino que o produto desperte seu interesse."

Paul Hansord, diretor da Thompson and Morgan, disse que os tomates da planta híbrida são mais saborosos do que muitos dos comprados nos supermercados e afirmou que a planta exigiu uma década de trabalho.

"Foi muito difícil desenvolver essa planta porque o caule do tomate e o caule da batata são muito grossos para que a enxertia funcione", explicou.

"É uma operação que exige bastante qualificação. Nós já vimos produtos similares no mercado. No entanto, ao observarmos mais detalhadamente, percebemos que muitos dos nossos concorrentes são, na verdade, uma batata plantada em um vaso com um tomate plantado no mesmo vaso. Já a nossa planta é única e não produz folhagem de batata."

A empresa diz que as plantas duram uma estação e, quando os tomates estão maduros para serem colhidos, as batatas também podem ser desenterradas. A Thompson and Morgan acrescentou que ambas as extremidades das plantas foram testadas para o composto alfa-solanina - um veneno que pode ser produzido dependendo das condições de crescimento e armazenamento do vegetal - e foram consideradas seguras por autoridades alimentares.

Um produto similar, batizado de "Potato Tom", foi lançado em jardins da Nova Zelândia nesta semana.

Fonte: http://bioretro.eco.br/
          http://www.bbc.co.uk/

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Árvores Extraordinárias.

Baobá, um ecossistema em uma única árvore.

O baobá pode sustentar a vida de incontáveis criaturas. Dos minúsculos insetos que perambulam por suas cavidades até o elefante, o maior mamífero terrestre, que procura a água estocada no tronco para sobreviver às duras condições dos desertos da África. Aves fazem seus ninhos nos galhos, babuínos devoram suas frutas, morcegos bebem o néctar de suas flores. É um mundo em forma de planta

Cerejeira, a beleza e a fragilidade da natureza.

A floração das cerejeiras anuncia o início da primavera no Japão. Entre março e maio o país é tomado por diferentes tons de branco e rosa que transformam a paisagem de forma deslumbrante. As árvores ficam floridas durante uma semana aproximadamente, e suas flores simbolizam a beleza e a fragilidade da natureza e da própria vida.

Bristocone pine, a árvore mais antiga.

Bristocone pine é uma espécie de pinheiro que vive no limite. Localizados a três mil metros de altitude, nas California's White Mountains, nos Estados Unidos, suportam temperaturas congelantes e ventos tão fortes que só conseguem crescer durante seis semanas por ano. São as árvores mais antigas da Terra. O indivíduo mais velho, Methuselah, foi descoberto em 1957 e acredita-se que tenha aproximadamente 4.600 anos. A localização dessa relíquia é mantida em segredo para evitar vandalismo.

Ipê, uma explosão de cores.


A floração dos ipês anuncia a primavera no Brasil. No final de agosto ou começo de setembro, as cidades e os campos são tomados por uma sucessão de cores. Primeiro são os roxos, depois os amarelos (foto), brancos e finalmente os rosas. Cada árvore fica florida durante uma semana, aproximadamente. Então as flores caem, dando um colorido especial ao chão.

Figueira mata pau, a árvore assassina.

A figueira mata pau é dispersa por aves e macacos. Quando eles defecam, as sementes frequentemente caem em um galho de outra árvore e começam a se desenvolver. As folhas procuram a luz enquanto as raízes buscam o solo. Durante o processo a árvore hospedeira é envolvida em um abraço mortal. A pressão exercida pela figueira é tão grande que a outra planta não consegue mais transportar seiva e acaba perecendo.
Ela pode ser encontrada em regiões tropicais pelo mundo, incluindo o Pantanal, a Mata Atlântica e Amazônia.

Sequoia gigante, a maior árvore do mundo.

General Sherman é o nome da maior árvore do mundo em volume segundo o Guinness, o livro dos recordes. A sequoia de 82,6 metros de altura, 25,9 metros de diâmetro, 1.814 toneladas e aproximadamente 2.100 anos se encontra no Sequoia National Park, California, Estados Unidos. Teria madeira suficiente para a produção de cinco bilhões de fósforos. Mas convenhamos, seria um desperdício cortar esse gigante só para acender o fogão de casa.

Cipreste mexicano, a árvore mais larga.

A planta mais "gordinha" do planeta é um cipreste mexicano. Com 36 metros de cintura, a Árvore de Santa María del Tule, localizada no estado de Oaxaca, México, ganhou um lugar no  Guinness, o livro dos recordes, como a árvore com maior circunferência do mundo.

Castanheira, a prova de que tudo está conectado.

O fruto da castanheira (do Pará), chamado de ouriço, abriga sementes ricas em gordura e nutrientes em seu interior. No entanto, sua casca é tão dura que é impossível de ser aberta pela maioria dos animais. Porém, um pequeno mamífero de dentes fortes é capaz de fazer um buraco nessa armadura impenetrável. A cutia pode encontrar até 30 castanhas lá dentro, o que é muito para comer de uma vez só. As sobras são enterradas na terra, para uma refeição posterior. Mas a memória do pequeno roedor não é perfeita: algumas sementes são esquecidas no solo da floresta amazônica e darão origem a uma nova geração. O ouriço é deixado no chão e, quando começa a temporada de chuvas, se enche de água – a partir do buraco deixado pela cutia – e se transforma em um berçário para sapos e insetos. Nada é desperdiçado.

Embaúba, a pioneira.

Quando uma clareira é aberta na floresta, as embaúbas são as primeiras árvores a ocupar o espaço. Possuem folhas largas, capazes de captar muita luz, aumentando a taxa de fotossíntese e, consequentemente, de crescimento. Seus frutos são atraentes para muitas espécies de aves e macacos. Na base de cada folha existe uma glândula de açúcar, um atrativo para formigas, que acabam se instalando no tronco oco da planta. Em troca, o exército de pequenos insetos irá proteger a planta contra os herbívoros. A embaúba é encontrada desde o México até o norte da Argentina.

Cajueiro, o gigante de Piragi.

O Cajueiro de Piragi é o maior do mundo. Uma mutação genética faz com que sua copa cresça sem parar. Hoje seu tamanho é equivalente a um campo de futebol. A árvore dá cerca de 70 mil frutos ao ano e é uma atração imperdível em Natal, Rio Grande do Norte.

Fonte: www.viajeaqui.abril.com.br
 

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